51- Ingrid de Aquino, gostaria de saber se vc já terminou seu livro, perdi o livro e gostaria de continuar lendo, cheiiiiiro
R: Terminei não. Mas ele continua no wattpad
52- Você já teve outro dono ou ele é seu primeiro?
Como é a relação de vcs fora de casa? Vc pede permissão pra ele na frente dos outros?
R: eu ja tive outros dominadores, mas não foram meus donos.
53- Quando estão fora de casa vc chama ele de Dono ou pelo nome?
Como ele chama vc em casa e na frente dos outros?
R: peço permissão na frente de outras pessoas sim, costumo chamar de dono e papai. ele me chama de bebe, princesa, au au.
54- Alguma vez vc chama ele pelo nome ou não pode?
R: Quando minha irmã veio aqui passar uns dias conosco chamei ele pelo e levei bronca
55- Vc teve que abrir mão de coisas que vc gostava,como roupas perfumes,comidas ou algo do tipo pq seu dono não gostava?
R- Roupas curtas, cebola, alho, sopa com todos os tipos de legumes, comer fora de hora,
Tomar decisões relacionadas a minha família
56- Algum dos seus dominadores chegou a te machucar? Se a resposta for sim, conte como foi.
R: Sim, a pessoa não respeitou um limite meu, eu falei a palavra de segurança, mas não foi interrompido. Eu estava amarrada e fazer anal nessas condições é um limite a pessoa foi e fez.
57- Quanto tempo vc foi submissa dessa pessoa?
R: Dois meses, e nessa sessão simplesmente rompi com ele
R: um outro usou velas inadequadas e me queimou
58- Sua família sabe do seu modo de vida? O que eles dizem sobre isso?
R: Ingrid De Aquino Minha mãe sabe que curto coisas diferentes, mas não sabe da história toda.
Meninas, para quem usa o app wattpad e prefere interagir por la eu tenho meus livros la, adoraria que acompanhassem e comentassem, tem bastante coisa sobre bdsm la e acho legal pra quem não gosta de acompanhar isso pelo face....
Curtir · Responder · 4 · 12 de fevereiro às 18:21
59- Que dicas voce da para iniciantes que estão adentrando no bdsm?
R: além de estudar bastante sobre o tema recomendo conversarem com pessoas que pratiquem bdsm na mesma posição que a almejada, buscar referencias, consultar muitas fontes é importante tbm.
60- poderia explicar para as meninas as siglas TPE e EPE que vc utilizou na entrevista com a dominadora?
R: esse texto escrevi ha um tempo, é praticamente um resumo, não da pra explicar isso em poucas linhas.
Explicação básica sobre os tipos de relações D/s
Muitas vezes você houve falar de que mulher que gosta de submeter só na sessão não é submissa, ou que dominador que só domina na sessão não é dominador. Sinto muito dizer mas quem sai espalhando isso por ai deve ser alguem que se julga superior, porém não abre os olhos e nem faz ideia de que sim, existem pessoas cujo prazer consiste só na sessão.
A tríade que descreve o estilo acima é a EPE (Erotik Power Exchange) que significa troca de poder erótico. Nessa tríade a pratica se resume a somente sessões, onde ambos podem manter qualquer relacionamento fora da sessão sendo amigos ou até mesmo namorados, por esse motivo julgamentos as pessoas que preferem essa tríade e seguem uma base corretamente são desnecessários. Podemos observar que muitos switchers acabam optando por essa tríade também, talvez pela dificuldade em encontrar um parceiro compatível para que possa ter algo a mais do que sessões ou até mesmo por se satisfazer em sessões.
PPE ( Partial Power Exchange) significa troca parcial de poder. Nessa tríade o bottom é submisso na sessão e fora dela também, existe o sentimento de posse, podemos dizer que também é aquela relação 24/7 onde o submisso pode escolher o que fazer na hora que achar necessário, não deve satisfação ao top de tudo que faz, pode escolher por exemplo que roupas vestir, o que comer, pra onde sair.
Mais intenso que PPE vemos a relação TPE (Total Power Exchange), que significa troca total de poder, o bottom é escravo na sessão e fora dela, deve satisfação ao top de tudo que faz, necessita de autorização para coisas que podem parecer algo simples, não possui segredos com seu dono, pode possuir poucos limites e esses se explorados pelo dono deve ser com maestria, só toma iniciativas quando lhe for ordenado ou quando for algo urgente, pode interromper uma sessão quando sentir que algo não esta dando certo. Um top que opta por ter um escravo nessa relação deve ser capaz não apenas de ordenar, mas sim observar, liderar, ser capaz de fazer com que seu escravo sempre se sinta bem psicologicamente e fisicamente. O escravo que opta por esse tipo de relação deve ter em mente que não deve ser subserviente, que deve estar disposto a observar suas próprias atitudes. Essa relação requer extrema confiança de ambos. Dizem que as bases mais adequadas para este tipo de relação é a CCC e o RACK.
Esta pagina foi criada na intenção de ajudar futuros praticantes de BDSM a entender mais sobre esse universo, ela é uma extensão de um grupo do facebook criado também por mim há aproximadamente 2 meses e meio cujo nome é o mesmo. Entre e sinta-se a vontade. Aqui estarão textos escritos por mim sobre práticas, meus poemas, bom conteúdo de fácil entendimento.
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sexta-feira, 29 de abril de 2016
sexta-feira, 22 de abril de 2016
Entrevista com Anna Vonsteel- Cinto de Castidade
1- Há quanto tempo você usa cinto de castidade?
R: A dois anos atraz tive o meu primeiro contato com o cinto de castidade, quando fui encoleirada pelo meu Dono, tive um periodo de adaptação com o cinto de um mes e meio com o tempo fui acostumando e me adaptando, uso 24/7 a um ano e dez meses.
2- Quais as dificuldades de usar um cinto de castidade?
R: A minha maior dificuldade são as gordices(rs), o cinto de castidade por ser todo feito de metal, nao laceia e qualquer variação de peso ele aperta e incomoda, tenho sempre que me manter na medida do cinto.
3- Quais são os modelos mais comuns?
R: Já vi muitos modelos na net, alguns bastantes criativos até, eu uso dois modelos: um de couro e metal que é totalmente fechado (MODELO ACIMA) , tenho que pedir até para fazer xixi e outro todo em metal com aberturas que uso 24/7 que me permitem fazer higiene e tomar banho (MODELO ABAIXO).
4- Seu dono também fabrica cintos masculinos?
R: Não, ele nunca fez, apenas modelos femininos e outros acessórios como coleiras e corset.
5- Qual é o diferencial do trabalho do seu dono?
R: Todas as peças feitas pelo meu Dono são sob medida e personalisadas e por serem feitas artesanalmente se tornam peças únicas.
6- Como se da a higienização de um cinto?
R: O cinto que uso 24/7 me permite tomar banho, quando estou em casa sempre que vou ao banheiro uso a manguerinha do chuveiro para me lavar usando sabonete intimo e toalhas e lenços para me secar. Quando estou na rua levo meu kit com lenços humidecidos, protetores e toalhas quando chego em casa Dono faz uma higiene completa e o cinto é higienizado para usar novamente.
7- Para quem quer começar a usar, quais são as principais dicas?
R: A primeira coisa é saber que o cinto não deve ser usado por motivos de ciume. O cinto serve para o controle do prazer da escrava, restrição sexual e deve sempre ser usado de forma consensual, por isso voce tem que querer muito e estar disposta a mudar alguns habitos do dia-a-dia como roupas, maneira de sentar, caminhar... ter plena confiança no seu key-holder(pessoa responsavel pelas chaves) e comece usando aos poucos, vá aumentando o tempo de uso gradativamente, ter uma atenção especial a higiene é muito importante.
8- Quais os benefícios de usar um cinto de castidade?
R: O cinto de castidade tem como objetivo o controle do prazer e restrição sexual e eu sinto muito prazer nesse tipo de pratica, o cinto de castidade me mantem totalmente dependente e servil ao meu Dono, me causa uma sensação de estar protegida e guardada.
9- As pessoas ao seu redor sabem que você usa cinto?
R: No meio BDSM nao escondo de ninguém , ja na vida baunilha prefiro manter em segredo.
10- Quanto tempo você costuma ficar com o cinto?
R: Eu uso o cinto hoje em tempo integral, meu Dono tira uma vez por dia para fazer higiene .
11-Ola Ana, como se faz qdo vc esta no seu periodo menstrual?
R: A dois anos uso o cinto 24/07, meu Dono retira o cinto apenas para higiene e depilação.
No caso do período menstrual meu Dono costuma abrir apenas para trocar o absorvente e me lavar, mas ele mesmo coloca de novo,
Imagino que para muitas meninas é o fim trocar absorvente na frente do Dono rs, mas com minha condição de escrava tive que perder essa vergonha rs
AGRADECIMENTO:
Adorei a entrevista, fiquei muito feliz em ter sido convidada para falar um pouco sobre minha vida com o cinto de castidade, espero ter contribuido e que tenham gostado, fico a disposição para qualquer duvida ou curiosidade no email: anynha.retro@gmail.com.
Visitem também o blog, lá tem relatos, fotos e muita coisa legal!http://llordsteel.blogspot.com.br/?zx=a303aed54e3df222
R: A dois anos atraz tive o meu primeiro contato com o cinto de castidade, quando fui encoleirada pelo meu Dono, tive um periodo de adaptação com o cinto de um mes e meio com o tempo fui acostumando e me adaptando, uso 24/7 a um ano e dez meses.
2- Quais as dificuldades de usar um cinto de castidade?
R: A minha maior dificuldade são as gordices(rs), o cinto de castidade por ser todo feito de metal, nao laceia e qualquer variação de peso ele aperta e incomoda, tenho sempre que me manter na medida do cinto.
3- Quais são os modelos mais comuns?
R: Já vi muitos modelos na net, alguns bastantes criativos até, eu uso dois modelos: um de couro e metal que é totalmente fechado (MODELO ACIMA) , tenho que pedir até para fazer xixi e outro todo em metal com aberturas que uso 24/7 que me permitem fazer higiene e tomar banho (MODELO ABAIXO).
4- Seu dono também fabrica cintos masculinos?
R: Não, ele nunca fez, apenas modelos femininos e outros acessórios como coleiras e corset.
5- Qual é o diferencial do trabalho do seu dono?
R: Todas as peças feitas pelo meu Dono são sob medida e personalisadas e por serem feitas artesanalmente se tornam peças únicas.
6- Como se da a higienização de um cinto?
R: O cinto que uso 24/7 me permite tomar banho, quando estou em casa sempre que vou ao banheiro uso a manguerinha do chuveiro para me lavar usando sabonete intimo e toalhas e lenços para me secar. Quando estou na rua levo meu kit com lenços humidecidos, protetores e toalhas quando chego em casa Dono faz uma higiene completa e o cinto é higienizado para usar novamente.
7- Para quem quer começar a usar, quais são as principais dicas?
R: A primeira coisa é saber que o cinto não deve ser usado por motivos de ciume. O cinto serve para o controle do prazer da escrava, restrição sexual e deve sempre ser usado de forma consensual, por isso voce tem que querer muito e estar disposta a mudar alguns habitos do dia-a-dia como roupas, maneira de sentar, caminhar... ter plena confiança no seu key-holder(pessoa responsavel pelas chaves) e comece usando aos poucos, vá aumentando o tempo de uso gradativamente, ter uma atenção especial a higiene é muito importante.
8- Quais os benefícios de usar um cinto de castidade?
R: O cinto de castidade tem como objetivo o controle do prazer e restrição sexual e eu sinto muito prazer nesse tipo de pratica, o cinto de castidade me mantem totalmente dependente e servil ao meu Dono, me causa uma sensação de estar protegida e guardada.
9- As pessoas ao seu redor sabem que você usa cinto?
R: No meio BDSM nao escondo de ninguém , ja na vida baunilha prefiro manter em segredo.
10- Quanto tempo você costuma ficar com o cinto?
R: Eu uso o cinto hoje em tempo integral, meu Dono tira uma vez por dia para fazer higiene .
11-Ola Ana, como se faz qdo vc esta no seu periodo menstrual?
R: A dois anos uso o cinto 24/07, meu Dono retira o cinto apenas para higiene e depilação.
No caso do período menstrual meu Dono costuma abrir apenas para trocar o absorvente e me lavar, mas ele mesmo coloca de novo,
Imagino que para muitas meninas é o fim trocar absorvente na frente do Dono rs, mas com minha condição de escrava tive que perder essa vergonha rs
AGRADECIMENTO:
Adorei a entrevista, fiquei muito feliz em ter sido convidada para falar um pouco sobre minha vida com o cinto de castidade, espero ter contribuido e que tenham gostado, fico a disposição para qualquer duvida ou curiosidade no email: anynha.retro@gmail.com.
Visitem também o blog, lá tem relatos, fotos e muita coisa legal!http://llordsteel.blogspot.com.br/?zx=a303aed54e3df222
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
Entrevista Portal de Fãs 50 tons de Cinza - Parte 2
26- As vezes entre vocês acontecem sexo "Baunilha"?
R normalmente quando ele me acorda de madrugada ou no banho, mas uns tapas sempre rola.
27- Vc confiou logo no seu Dom ou a confiança veio aos poucos?
R: A confiança foi nascendo assim como o sentimento que tenho por ele. mas posso dizer que a nossa primeira sessão juntos foi muito prazerosa e a partir dali começou a crescer tudo entre nós.
28- Ser submissa e uma questão de escolha ou de bem estar?
R: Olha, creio que as duas coisas, pois quem escolhe ser sub deve se sentir bem nessa posição. Não existe isso de nascer sub, ninguém nasce obedecendo nem se submetendo a ninguém.
29- Vcs começaram a "namorar " antes dele dizer o "gosto específico" dele ou foi logo de cara? vc já sabia cm ele era e aceitou?
R: Foi de cara, eu ja sabia que ele era dom e ele ja sabia que eu era sub... nos aproximamos pelo bdsm
30- Então vc já tinha práticado o BDSM? vcs se conheceram em um lugar público normal?
R: Sim ja tinha praticado. Nós conversávamos pelo face e marcamos de nos conhecer em uma pizzaria.
31- Vocês pode entrar em algum relacionamento com alguém diferente ?
R: Eu sou propriedade dele, porem buscamos uma mulher (sub
32- Você tem algum site em que especifico conheceu ele?
R: Conheci ele através do facebook
33- Ele so tem uma submissa que e VC ou tem mais ? Ele já te machucou?
R: ele so tem a mim por enquanto. ele ja me castigou sem necessidade e se desculpou por isso,
34- Quais os castigos que tu acha que doi, mas claro, suportável! ?
R: Canning( um tipo de vara) dizem que doi, eu tenho vontade de experimentar. cortes e agulhas da uma certa curiosidade.
35- Quais ele ja praticou contigo? alguns exemplos!
R: meu dono não me castiga pois procuro obedecer ele sempre, o spanking que praticamos é erotico.
36- Qual foi o seu pior castigo, e pq?
R: Foi o que eu não merecia, na hora me senti mal, chateada, pois eu não merecia.. ai ele me pediu desculpas e passou esse sentimento
37- Outra pergunta você acha que dentro de um casamento pode existir a prática do domínio e da submissão?
R: Acho que sim, a intensidade ja é algo que depende dos envolvidos pois a pratica deve ser consensual.
38- Como vc se sente sendo sub e qual é a sensação de ser amarrada ou amordaçada?
R: Eu gosto da sensação de ser dominada, controlada, vigiada, moldada. bondage é uma pratica muito prazerosa para mim, esta presa e não poder escapar me causa excitação, não saber o que meu dono fará e ser surpreendida é algo delicioso. Nessas horas nos desligamos de tudo e curtimos o momento.
39- Mas ele só te vc de sub ou tem mais alguma?
R: Só tem a mim por enquanto
40- Quando você decidiu ser submissa , qual foi a reação dos seus pais ?
R: Eu decidi aos 18 anos, minha mãe sabe que gosto de coisas diferentes porem como sempre fui independente nunca dei satisfações a ela. não tive pai.
41- Saudações, seu Dono tem amizades com dominadoras e dominadores ?
R: Meu dono possui amizades com dommes e doms sim, existem algumas pessoas que ele admira bastante no meio
42- Boa noite. Seu dono sabe dessa entrevista? E oq ele acha de vc estar falando sobre vcs?
R: Ele sabe sim, ele autorizou que eu participasse, ele acha legal, pois sempre ajudo as meninas com relação ao bdsm.
43- Acha que a submissão esta relacionada a carência da mulher ?
R: A submissão deveria estar ligada ao prazer da mulher porém muitas olham apenas o aspecto de cuidado do dominante e assim se tornam submissas apenas achando que serão amadas e cuidadas.
44- Vc é a única escrava dele?
R: sim, mas buscamos uma irmã para mim...
45- Mas vc não tem ciúmes?
R: Eu sou bissexual, então tenho tanto interesse quanto ele
46- O que você faria se tivesse o Christian Grey como dominador?
R: Eu confesso que apesar de ele praticar algumas coisas o personagem não me traz completo dominio, pois ele se apaixona e deixa isso de lado.
47- Não envolve amor na relação de vcs ?
Tu não é apaixonada por ele e ele não é por ti ?
R: Somos loucos um pelo outro, amo meu dono e ele a mim
48- Então, vi que tu colocou em uma resposta que o Christian Grey se apaixonou. Achei que numa relação de sub e dom não poderia existir esse sentimento.
R: ele se apaixonou e deixou a dominação de lado, meu dono jamais se ajoelharia pra mim por exemplo
49- Vc sempre prazer de vdd com orgasmos e td...? Alguma vez vc nao gostou, seu dono é bonito, qual a idade dele?
R: Sinto muito prazer, eu não curto sexo anal então ele é paciente com relação a isso. Eu acho ele bonito. Mas o que gosto nele é o fato dele ser honesto, seguro, inteligente, ele tem 29 anos
50- O que vc achou do filme 50 tons de cinza e ele envolver um assusto que faz parte da sua vida?
Vc gostou do filme?
Se vc fosse dar sua opinião como experiência o que vc elogiaria e o que criticaria?
R: Olha eu gostei da trilogia, achei o filme bem resumido, prefiro os livros. A trilogia tem algumas práticas, mas não retrata uma relação d/s.
R normalmente quando ele me acorda de madrugada ou no banho, mas uns tapas sempre rola.
27- Vc confiou logo no seu Dom ou a confiança veio aos poucos?
R: A confiança foi nascendo assim como o sentimento que tenho por ele. mas posso dizer que a nossa primeira sessão juntos foi muito prazerosa e a partir dali começou a crescer tudo entre nós.
28- Ser submissa e uma questão de escolha ou de bem estar?
R: Olha, creio que as duas coisas, pois quem escolhe ser sub deve se sentir bem nessa posição. Não existe isso de nascer sub, ninguém nasce obedecendo nem se submetendo a ninguém.
29- Vcs começaram a "namorar " antes dele dizer o "gosto específico" dele ou foi logo de cara? vc já sabia cm ele era e aceitou?
R: Foi de cara, eu ja sabia que ele era dom e ele ja sabia que eu era sub... nos aproximamos pelo bdsm
30- Então vc já tinha práticado o BDSM? vcs se conheceram em um lugar público normal?
R: Sim ja tinha praticado. Nós conversávamos pelo face e marcamos de nos conhecer em uma pizzaria.
31- Vocês pode entrar em algum relacionamento com alguém diferente ?
R: Eu sou propriedade dele, porem buscamos uma mulher (sub
32- Você tem algum site em que especifico conheceu ele?
R: Conheci ele através do facebook
33- Ele so tem uma submissa que e VC ou tem mais ? Ele já te machucou?
R: ele so tem a mim por enquanto. ele ja me castigou sem necessidade e se desculpou por isso,
34- Quais os castigos que tu acha que doi, mas claro, suportável! ?
R: Canning( um tipo de vara) dizem que doi, eu tenho vontade de experimentar. cortes e agulhas da uma certa curiosidade.
35- Quais ele ja praticou contigo? alguns exemplos!
R: meu dono não me castiga pois procuro obedecer ele sempre, o spanking que praticamos é erotico.
36- Qual foi o seu pior castigo, e pq?
R: Foi o que eu não merecia, na hora me senti mal, chateada, pois eu não merecia.. ai ele me pediu desculpas e passou esse sentimento
37- Outra pergunta você acha que dentro de um casamento pode existir a prática do domínio e da submissão?
R: Acho que sim, a intensidade ja é algo que depende dos envolvidos pois a pratica deve ser consensual.
38- Como vc se sente sendo sub e qual é a sensação de ser amarrada ou amordaçada?
R: Eu gosto da sensação de ser dominada, controlada, vigiada, moldada. bondage é uma pratica muito prazerosa para mim, esta presa e não poder escapar me causa excitação, não saber o que meu dono fará e ser surpreendida é algo delicioso. Nessas horas nos desligamos de tudo e curtimos o momento.
39- Mas ele só te vc de sub ou tem mais alguma?
R: Só tem a mim por enquanto
40- Quando você decidiu ser submissa , qual foi a reação dos seus pais ?
R: Eu decidi aos 18 anos, minha mãe sabe que gosto de coisas diferentes porem como sempre fui independente nunca dei satisfações a ela. não tive pai.
41- Saudações, seu Dono tem amizades com dominadoras e dominadores ?
R: Meu dono possui amizades com dommes e doms sim, existem algumas pessoas que ele admira bastante no meio
42- Boa noite. Seu dono sabe dessa entrevista? E oq ele acha de vc estar falando sobre vcs?
R: Ele sabe sim, ele autorizou que eu participasse, ele acha legal, pois sempre ajudo as meninas com relação ao bdsm.
43- Acha que a submissão esta relacionada a carência da mulher ?
R: A submissão deveria estar ligada ao prazer da mulher porém muitas olham apenas o aspecto de cuidado do dominante e assim se tornam submissas apenas achando que serão amadas e cuidadas.
44- Vc é a única escrava dele?
R: sim, mas buscamos uma irmã para mim...
45- Mas vc não tem ciúmes?
R: Eu sou bissexual, então tenho tanto interesse quanto ele
46- O que você faria se tivesse o Christian Grey como dominador?
R: Eu confesso que apesar de ele praticar algumas coisas o personagem não me traz completo dominio, pois ele se apaixona e deixa isso de lado.
47- Não envolve amor na relação de vcs ?
Tu não é apaixonada por ele e ele não é por ti ?
R: Somos loucos um pelo outro, amo meu dono e ele a mim
48- Então, vi que tu colocou em uma resposta que o Christian Grey se apaixonou. Achei que numa relação de sub e dom não poderia existir esse sentimento.
R: ele se apaixonou e deixou a dominação de lado, meu dono jamais se ajoelharia pra mim por exemplo
49- Vc sempre prazer de vdd com orgasmos e td...? Alguma vez vc nao gostou, seu dono é bonito, qual a idade dele?
R: Sinto muito prazer, eu não curto sexo anal então ele é paciente com relação a isso. Eu acho ele bonito. Mas o que gosto nele é o fato dele ser honesto, seguro, inteligente, ele tem 29 anos
50- O que vc achou do filme 50 tons de cinza e ele envolver um assusto que faz parte da sua vida?
Vc gostou do filme?
Se vc fosse dar sua opinião como experiência o que vc elogiaria e o que criticaria?
R: Olha eu gostei da trilogia, achei o filme bem resumido, prefiro os livros. A trilogia tem algumas práticas, mas não retrata uma relação d/s.
sábado, 20 de fevereiro de 2016
Entrevista Portal de Fãs 50 tons de Cinza - Parte 1
Essa entrevista foi autorizada por meu dono e cedida a um grupo de baunilhas, como não possuo rabo preso com a comunidade vou compartilhar com todos.
1 Quando você decidiu que era isso que você queria ?
R: Quando eu estava com 18 anos pouco tempo depois de ter perdido a virgindade ja estava insatisfeita com o sexo comum, tinha um certo prazer, mas não um prazer completo. então lendo sobre BDSM me identifiquei como submissa masoquista.
2 Há quanto tempo é submissa, e como teve certeza que era isso que vc queria?
R: Eu sou submissa ha pouco mais de 3 anos, porem de um ano pra cá me tornei escrava, que é um grau mais elevado da submissão. Tive certeza quando tive minha primeira sessão e tive orgasmos com ela.
3 O teu dominador é bem financeiramente?
R: Meu dono não é rico, mas é esforçado e trabalhador, não deixa faltar nada para mim
4 Você acredita que em um relacionamento baunilha, e que um do casal não esteja "satisfeito" com toda essa baunilha, é possível o outro começar a se interessar pelo assunto???
R: Creio que sim, quando se gosta mesmo do parceiro as pessoas abrem a mente para novas propostas. um casal baunilha podem se tornar otimos praticantes se possuem cumplicidade e respeito.
5 Como e esse negocio de submissa? E bom? O que ti levou a fazer isso? Doeu muito?
R: Acabei de ver que deixei a sua pergunta passar. Bom para mim não é nenhum sacrificio, me da prazer, sou da opinião de que se uma mulher sofre nessa transformação algo de errado tem.
6 O que acha da pratica chuva prata ,preta e marrom?
R Eu sou adepta a pratica de chuva dourada ( que é quando meu dono urina sobre mim ) e a pratica de chuva prateada (suor, sêmen e saliva), tenho prazer nessas praticas, porém temos um cuidado com relação a urina meu dono não faz em meu rosto e quando faz na minha boca bebo bastante água apos isso. Eu não gosto de chuva marrom pois fezes não me atraem em nada.
7 Se refere a ele como Dom?
R Me refiro como dono
8 Uma outra dúvida...Vc é Escrava e respeita muito seu dono!!! Qdo estão fora de 4 paredes, e se encontra com outras pessoas, que sabem sobre a relação de vcs, como os "amigos" devem sem comportar???
R: Bom todos acham que somos casados e somos um casal comum, porém quando estou com familiares junto ao meu dono existe o controle completo sobre mim e obedeço a qualquer ordem vinda de meu dono. Nos comportamos como um casal normal, as vezes ele me trata como a criança dele e eu adoro isso pois é muito carinho que recebo.
9 Qual é a sensação de ser uma submissa ?
R: Muito prazer, me sentir util e valorizada, saber que tem alguem que se preocupa cmg, que me conhece o suficiente pra saber aquilo que estou sentindo sem nem dizer.
10 Existe algum limite rígido pra VC?
R: fezes, waterbondage (imersão), fisting anal, figging anal,
11 Boa tarde, como vc conheceu seu dono?
R Eu conheci ele através da internet. Conversávamos bastante porém não havíamos nos encontrado, certa vez marcamos de comer uma pizza e a partir dai resolvemos negociar e nos relacionar.
12- Você sentiu algum tipo de insegurança quando decidiu experimentar e tornar-se submissa? Isso é algo que você compartilha com as pessoas próximas ou mantem essa "escolha" mais privada?
R Eu senti um pouco de insegurança sim, nervosismo, ansiedade, mas não tive medo. Bom algumas amigas sabem dessa minha escolha, mas grade maioria não e gosto das coisas assim pois é algo que pra mim envolve muitos fatores, não apenas amizade.
13: Qual das suas experiências é a preferida ?
R as praticas que mais gosto são pet play, age play, bondage, spanking, wax play, chuva prateada, temperature play, sensations play, exibicionismo.....
14 Você usa todo os apetrechos de submissão ? Tipo plugues anais ,Suspensão , Mãos nos anus e na vagina ..... ( coloquei esse pq são os que mais populares mais se VC quiser falar de outros )
R bom fisting ( pratica de inserção do punho no anus ou vagina) é uma pratica que tenho vontade de realizar, porém o vaginal), fisting anal é um limite pra mim, mas eu uso um plug com uma cauda pendurada para a pratica de pet play. suspensão nunca realizei pois não temos espaço adequado pra isso.
15 Vcs tem relacionamento com outras pessoa e ele?
Vc falou alguma coisa sobre se relacionar com a família
Entao vcs tem uma vida normal de namorados, ou casado?
R apesar de diante de todos parecermos um casal eu posso dizer que nossa vida nao é baunilha pelo fato do dominio estar presente o tempo todo.
16 Outra curiosidade, por favor. Há quanto tempo ele é dominador? E qual sãos as principais diferenças entre ser submissa e escrava?
R sou escrava ha um ano, a principal diferença é que uma submissa entrega o controle parcial sobre sua vida ao dominador, ela ainda pode fazer escolhas sem pedir autorização por exemplo, não é propriedade dele, não deve satisfações de tudo, pode ser submissa só entre 4 paredes. Enquanto a escrava ja deve satisfações de tudo, é propriedade do dono, toma iniciativas apenas em caso de emergência ou quando lhe é ordenado. tem mais coisas, mas resumindo é isso. meu dono pratica bdsm há uns 10 anos
17 Como é ser um objeto de desejo d alguém? E com vc se sente qnd tem q obedecer alguma ordem?
R eu me sinto excitada quando obedeço as ordens dele, me sinto um objeto de valor, algo que tem que ser cuidado senão quebra, que tem a forma certa de ser usado, que quem usa tem conhecimento daquilo que possui
18 Se um dia vc decidisse abandonar o BDSM ou praticar com outro dominador (só uma hipótese ) vc tem um contrato? e poderia facilmente anular ? Ou outra opção ?
R meu dono e eu não temos contrato, porém temos uma gravação onde faço um juramento de ser escrava dele. Sinceramente, sou tão feliz que nunca pensei na possibilidade de romper com ele.
19 Você é submissa 24 horas ou só entre quatro paredes?
R: o tempo todo
29 Será que tem meio termo, pois acho que só consigo entre quatro paredes?
R sim vc pode ser sub entre 4 paredes numa boa.
21 Qual o maior engano que as pessoas cometem quando falam ou pensam sobre bdsm?
R acho que um dos maiores enganos é ver o BDSM apenas como D/s, apenas como praticas hards, fora o preconceito contra quem só faz sessões e não mantem um relacionamento, essa pessoa é tão praticante quanto quem tem relação.
22 Vc já pensou q com tudo o q vc aprendeu com o seu dominador ,vc se tornaria um? tipo...deixasse de ser uma submissa?
R Não, não vejo prazer em dominar embora eu tenha tanto conhecimento quanto muitos dominadores. Muitos me consideram arrogante, mas não sei ser diferente disso.
23 Como e quando você tomou conhecimento próprio q você tinha certeza q era uma submissa?
R lendo a respeito do bdsm e tentando incluir em "fodas" eu percebi que queria ser sub e ter uma sessão como sub mesmo.
24 Vocês usam brinquedos eroticos ? Como e sua relação com seu dominador??
R Usamos varios, inclusive a capa do meu grupo é de nossos brinquedos. Nossa relação é muito prazerosa, ele sabe dosar tudo, broncas, carinho, atenção.
25 Compo q foi a primeira vez q vc foi submissa?
R Eu estava nervosa com a situação, com vergonha, mas foi bom,
CONTINUA
1 Quando você decidiu que era isso que você queria ?
R: Quando eu estava com 18 anos pouco tempo depois de ter perdido a virgindade ja estava insatisfeita com o sexo comum, tinha um certo prazer, mas não um prazer completo. então lendo sobre BDSM me identifiquei como submissa masoquista.
2 Há quanto tempo é submissa, e como teve certeza que era isso que vc queria?
R: Eu sou submissa ha pouco mais de 3 anos, porem de um ano pra cá me tornei escrava, que é um grau mais elevado da submissão. Tive certeza quando tive minha primeira sessão e tive orgasmos com ela.
3 O teu dominador é bem financeiramente?
R: Meu dono não é rico, mas é esforçado e trabalhador, não deixa faltar nada para mim
4 Você acredita que em um relacionamento baunilha, e que um do casal não esteja "satisfeito" com toda essa baunilha, é possível o outro começar a se interessar pelo assunto???
R: Creio que sim, quando se gosta mesmo do parceiro as pessoas abrem a mente para novas propostas. um casal baunilha podem se tornar otimos praticantes se possuem cumplicidade e respeito.
5 Como e esse negocio de submissa? E bom? O que ti levou a fazer isso? Doeu muito?
R: Acabei de ver que deixei a sua pergunta passar. Bom para mim não é nenhum sacrificio, me da prazer, sou da opinião de que se uma mulher sofre nessa transformação algo de errado tem.
6 O que acha da pratica chuva prata ,preta e marrom?
R Eu sou adepta a pratica de chuva dourada ( que é quando meu dono urina sobre mim ) e a pratica de chuva prateada (suor, sêmen e saliva), tenho prazer nessas praticas, porém temos um cuidado com relação a urina meu dono não faz em meu rosto e quando faz na minha boca bebo bastante água apos isso. Eu não gosto de chuva marrom pois fezes não me atraem em nada.
7 Se refere a ele como Dom?
R Me refiro como dono
8 Uma outra dúvida...Vc é Escrava e respeita muito seu dono!!! Qdo estão fora de 4 paredes, e se encontra com outras pessoas, que sabem sobre a relação de vcs, como os "amigos" devem sem comportar???
R: Bom todos acham que somos casados e somos um casal comum, porém quando estou com familiares junto ao meu dono existe o controle completo sobre mim e obedeço a qualquer ordem vinda de meu dono. Nos comportamos como um casal normal, as vezes ele me trata como a criança dele e eu adoro isso pois é muito carinho que recebo.
9 Qual é a sensação de ser uma submissa ?
R: Muito prazer, me sentir util e valorizada, saber que tem alguem que se preocupa cmg, que me conhece o suficiente pra saber aquilo que estou sentindo sem nem dizer.
10 Existe algum limite rígido pra VC?
R: fezes, waterbondage (imersão), fisting anal, figging anal,
11 Boa tarde, como vc conheceu seu dono?
R Eu conheci ele através da internet. Conversávamos bastante porém não havíamos nos encontrado, certa vez marcamos de comer uma pizza e a partir dai resolvemos negociar e nos relacionar.
12- Você sentiu algum tipo de insegurança quando decidiu experimentar e tornar-se submissa? Isso é algo que você compartilha com as pessoas próximas ou mantem essa "escolha" mais privada?
R Eu senti um pouco de insegurança sim, nervosismo, ansiedade, mas não tive medo. Bom algumas amigas sabem dessa minha escolha, mas grade maioria não e gosto das coisas assim pois é algo que pra mim envolve muitos fatores, não apenas amizade.
13: Qual das suas experiências é a preferida ?
R as praticas que mais gosto são pet play, age play, bondage, spanking, wax play, chuva prateada, temperature play, sensations play, exibicionismo.....
14 Você usa todo os apetrechos de submissão ? Tipo plugues anais ,Suspensão , Mãos nos anus e na vagina ..... ( coloquei esse pq são os que mais populares mais se VC quiser falar de outros )
R bom fisting ( pratica de inserção do punho no anus ou vagina) é uma pratica que tenho vontade de realizar, porém o vaginal), fisting anal é um limite pra mim, mas eu uso um plug com uma cauda pendurada para a pratica de pet play. suspensão nunca realizei pois não temos espaço adequado pra isso.
15 Vcs tem relacionamento com outras pessoa e ele?
Vc falou alguma coisa sobre se relacionar com a família
Entao vcs tem uma vida normal de namorados, ou casado?
R apesar de diante de todos parecermos um casal eu posso dizer que nossa vida nao é baunilha pelo fato do dominio estar presente o tempo todo.
16 Outra curiosidade, por favor. Há quanto tempo ele é dominador? E qual sãos as principais diferenças entre ser submissa e escrava?
R sou escrava ha um ano, a principal diferença é que uma submissa entrega o controle parcial sobre sua vida ao dominador, ela ainda pode fazer escolhas sem pedir autorização por exemplo, não é propriedade dele, não deve satisfações de tudo, pode ser submissa só entre 4 paredes. Enquanto a escrava ja deve satisfações de tudo, é propriedade do dono, toma iniciativas apenas em caso de emergência ou quando lhe é ordenado. tem mais coisas, mas resumindo é isso. meu dono pratica bdsm há uns 10 anos
17 Como é ser um objeto de desejo d alguém? E com vc se sente qnd tem q obedecer alguma ordem?
R eu me sinto excitada quando obedeço as ordens dele, me sinto um objeto de valor, algo que tem que ser cuidado senão quebra, que tem a forma certa de ser usado, que quem usa tem conhecimento daquilo que possui
18 Se um dia vc decidisse abandonar o BDSM ou praticar com outro dominador (só uma hipótese ) vc tem um contrato? e poderia facilmente anular ? Ou outra opção ?
R meu dono e eu não temos contrato, porém temos uma gravação onde faço um juramento de ser escrava dele. Sinceramente, sou tão feliz que nunca pensei na possibilidade de romper com ele.
19 Você é submissa 24 horas ou só entre quatro paredes?
R: o tempo todo
29 Será que tem meio termo, pois acho que só consigo entre quatro paredes?
R sim vc pode ser sub entre 4 paredes numa boa.
21 Qual o maior engano que as pessoas cometem quando falam ou pensam sobre bdsm?
R acho que um dos maiores enganos é ver o BDSM apenas como D/s, apenas como praticas hards, fora o preconceito contra quem só faz sessões e não mantem um relacionamento, essa pessoa é tão praticante quanto quem tem relação.
22 Vc já pensou q com tudo o q vc aprendeu com o seu dominador ,vc se tornaria um? tipo...deixasse de ser uma submissa?
R Não, não vejo prazer em dominar embora eu tenha tanto conhecimento quanto muitos dominadores. Muitos me consideram arrogante, mas não sei ser diferente disso.
23 Como e quando você tomou conhecimento próprio q você tinha certeza q era uma submissa?
R lendo a respeito do bdsm e tentando incluir em "fodas" eu percebi que queria ser sub e ter uma sessão como sub mesmo.
24 Vocês usam brinquedos eroticos ? Como e sua relação com seu dominador??
R Usamos varios, inclusive a capa do meu grupo é de nossos brinquedos. Nossa relação é muito prazerosa, ele sabe dosar tudo, broncas, carinho, atenção.
25 Compo q foi a primeira vez q vc foi submissa?
R Eu estava nervosa com a situação, com vergonha, mas foi bom,
CONTINUA
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
Entrevista com um praticante de BDSM com deficiência física
Cléber, tem 33 anos é de São Paulo, Dominador.
1- Sua deficiência é congênita ou adquirida?
R: Sofri um acidente em 2007 onde sofri uma queda de 9 metros. Na queda perfurei dois pulmões, quebrei a bacia e a coluna em algumas partes o que me resultou em uma lesão medular (paraplegia) fiquei paraplégico.
2- Como você se descobriu no BDSM?
R: Logo após a alta do hospital, chegar em casa e descobrir como seria minha vida de agora em diante, uma coisa me veio a mente: E agora a minha vida sexual? Minha ereção ficou prejudica devido a minha lesão um turbilhão de pensamentos surgiram em minha mente confesso. Mas um dia estava eu a fuçar o Orkut quando numa comunidade fetichista conheço uma garota, papo vai, papo vem, marcamos de sair e rolou de ficarmos juntos no mesmo dia. No meio das trocas de caricias a mesma me tira um chicote (flogguer da bolsa) e me fala Cleber usa isto em mim, mas me bata com força, como homem POR FAVOR! O medo tomou conta de mim naquele instante, pensei em larga-la ali, mas dei a chicotada mesmo assim, 1,2,5,varias,os gritos eram constantes, seu sexo escorria de prazer, ela gozou tanto com aquilo, que aquele tal ato de chicotear não saiu mais da minha cabeça e de minhas vontades, foi depois disto que comecei a pesquisar tudo sobre BDSM na internet, pois a então submissa que me apresentou a este universo era tão iniciante quanto eu.....
3- Você vive alguma relação atualmente ou se sente satisfeito com sessões?
R: Tenho uma submissa a qual agora em outubro completaremos um ano de D/s. Ela completamente iniciante, nunca havia tido qualquer informação sobre SM foi totalmente adestrada por mim. Mês a mês superando seus medos e anseios, claro que ainda existem limites entre nossa D/s, limites este que respeito, pois pra mim Dominação é obter o prazer de ambos e não apenas o meu.
4- Quais são as principais dificuldades encontradas para realizar as práticas que mais gosta?
R: O dominador usa de suas mãos para o spanking e de sua sabedoria para conduzir uma D/s, como só não mexo as pernas, não encontro nenhum tipo de dificuldade, mas pra você que esta lendo esta entrevista agora e é tetraplégico, ou possui algum tipo de deficiência saiba que você pode sim ser um dominador, quem falar ao contrario esta mentindo e não entende nada de BDSM.
5- Possui algum limite relacionado à sua deficiência?
R: Meu limite e não andar, apenas este rs
6- Você costuma lidar com o preconceito vindo de outros praticantes? Se sim que tipo de comentários fazem a seu respeito?
R: Imagina, fui muitoooooooooooo bem acolhido por outros praticantes do meio SM. Comentários a meu respeito são de que acha legal alguém superar tal deficiência dar a cara pra bater e mostrar que todos podem fazer e serem o que quiserem sem limites! Os limites as vezes somos nos mesmos que nos impomos. Dominadores que eu era fã e tive a oportunidade de conhecer porque me viram fazer cena na cadeira de rodas e acharam legal. Estou criando lindas amizades no meio e espero mantê-las.
7- Desde que passei a estudar sobre as deficiências mais comuns existentes, considero a deficiência física como a mais fácil de lidar desde que só afete a locomoção não outros quesitos como a sanidade, tenho esse pensamento pois sei que alguns tipos de deficiência podem oferecer perigo a quem pratica se não analisados corretamente e realizados uma adaptação se necessário. Você conhece outros praticantes com outro tipo de deficiência? Se sim poderia nos falar um pouco a respeito?
R: Olha não conheço outro top na cadeira de rodas como eu em SP pelo menos, mas sei que existem pessoas até cegas, tetraplégicas, sim no meio SM porque já me falaram.
8- Como foi para você se descobrir como praticante? Houve alguma forma de negação e aceitação de sua parte?
R: Ouve uma negação minha no começo, perguntas como: Será que estou ficando louco por gostar disto, será que sou normal? Mas acredito que numa
relação D/s onde se é feita com responsabilidade e cuidados, não existe nada de doentio e sim prazeroso.
9- Quais os cuidados que costuma tomar durante suas sessões?
R: Os cuidados são: respeitar a minha menina SSC TUDO SÃO, SEGURO,E CONSENSUAL !Sei o que posso ou não fazer com ela, pois foi eu quem a adestrei, sei como posso bater, com o que bater... Não sou sádico, apesar de gostar muiiiiiiiiito de spanking, não curto nada com sangue, este é um limite pra mim...
10- Sua deficiência afeta seu desempenho sexual? Se sim como você lida com isso? Foi fácil encontrar praticantes dispostos a ter uma sessão com você sem o pensamento de que não será prazeroso para ambos?
R: Sim, minha deficiência afetou a minha ereção, o que é algo extremamente importante para um homem... Bom, antes eu só dava prazer as mulheres, as fazia gozar e me sentia vazio, pensava: Poxa e eu? Minha ereção é ruim, só dou prazer, também quero voltar a senti-lo. Foi ai que resolvi viver minhas relações só de BDSM. Olha Ingrid, não vi preconceito nenhum comigo no meio quanto a submissas de eu ser paraplégico, pelo contrario vi muita aceitação! Sabe aquele ditado a curiosidade aguça os sentidos rsrs muitas delas tem esta curiosidade...

1- Sua deficiência é congênita ou adquirida?
R: Sofri um acidente em 2007 onde sofri uma queda de 9 metros. Na queda perfurei dois pulmões, quebrei a bacia e a coluna em algumas partes o que me resultou em uma lesão medular (paraplegia) fiquei paraplégico.
2- Como você se descobriu no BDSM?
R: Logo após a alta do hospital, chegar em casa e descobrir como seria minha vida de agora em diante, uma coisa me veio a mente: E agora a minha vida sexual? Minha ereção ficou prejudica devido a minha lesão um turbilhão de pensamentos surgiram em minha mente confesso. Mas um dia estava eu a fuçar o Orkut quando numa comunidade fetichista conheço uma garota, papo vai, papo vem, marcamos de sair e rolou de ficarmos juntos no mesmo dia. No meio das trocas de caricias a mesma me tira um chicote (flogguer da bolsa) e me fala Cleber usa isto em mim, mas me bata com força, como homem POR FAVOR! O medo tomou conta de mim naquele instante, pensei em larga-la ali, mas dei a chicotada mesmo assim, 1,2,5,varias,os gritos eram constantes, seu sexo escorria de prazer, ela gozou tanto com aquilo, que aquele tal ato de chicotear não saiu mais da minha cabeça e de minhas vontades, foi depois disto que comecei a pesquisar tudo sobre BDSM na internet, pois a então submissa que me apresentou a este universo era tão iniciante quanto eu.....
3- Você vive alguma relação atualmente ou se sente satisfeito com sessões?
R: Tenho uma submissa a qual agora em outubro completaremos um ano de D/s. Ela completamente iniciante, nunca havia tido qualquer informação sobre SM foi totalmente adestrada por mim. Mês a mês superando seus medos e anseios, claro que ainda existem limites entre nossa D/s, limites este que respeito, pois pra mim Dominação é obter o prazer de ambos e não apenas o meu.
4- Quais são as principais dificuldades encontradas para realizar as práticas que mais gosta?
R: O dominador usa de suas mãos para o spanking e de sua sabedoria para conduzir uma D/s, como só não mexo as pernas, não encontro nenhum tipo de dificuldade, mas pra você que esta lendo esta entrevista agora e é tetraplégico, ou possui algum tipo de deficiência saiba que você pode sim ser um dominador, quem falar ao contrario esta mentindo e não entende nada de BDSM.
5- Possui algum limite relacionado à sua deficiência?
R: Meu limite e não andar, apenas este rs
6- Você costuma lidar com o preconceito vindo de outros praticantes? Se sim que tipo de comentários fazem a seu respeito?
R: Imagina, fui muitoooooooooooo bem acolhido por outros praticantes do meio SM. Comentários a meu respeito são de que acha legal alguém superar tal deficiência dar a cara pra bater e mostrar que todos podem fazer e serem o que quiserem sem limites! Os limites as vezes somos nos mesmos que nos impomos. Dominadores que eu era fã e tive a oportunidade de conhecer porque me viram fazer cena na cadeira de rodas e acharam legal. Estou criando lindas amizades no meio e espero mantê-las.
7- Desde que passei a estudar sobre as deficiências mais comuns existentes, considero a deficiência física como a mais fácil de lidar desde que só afete a locomoção não outros quesitos como a sanidade, tenho esse pensamento pois sei que alguns tipos de deficiência podem oferecer perigo a quem pratica se não analisados corretamente e realizados uma adaptação se necessário. Você conhece outros praticantes com outro tipo de deficiência? Se sim poderia nos falar um pouco a respeito?
R: Olha não conheço outro top na cadeira de rodas como eu em SP pelo menos, mas sei que existem pessoas até cegas, tetraplégicas, sim no meio SM porque já me falaram.
8- Como foi para você se descobrir como praticante? Houve alguma forma de negação e aceitação de sua parte?
R: Ouve uma negação minha no começo, perguntas como: Será que estou ficando louco por gostar disto, será que sou normal? Mas acredito que numa
relação D/s onde se é feita com responsabilidade e cuidados, não existe nada de doentio e sim prazeroso.
9- Quais os cuidados que costuma tomar durante suas sessões?
R: Os cuidados são: respeitar a minha menina SSC TUDO SÃO, SEGURO,E CONSENSUAL !Sei o que posso ou não fazer com ela, pois foi eu quem a adestrei, sei como posso bater, com o que bater... Não sou sádico, apesar de gostar muiiiiiiiiito de spanking, não curto nada com sangue, este é um limite pra mim...
10- Sua deficiência afeta seu desempenho sexual? Se sim como você lida com isso? Foi fácil encontrar praticantes dispostos a ter uma sessão com você sem o pensamento de que não será prazeroso para ambos?
R: Sim, minha deficiência afetou a minha ereção, o que é algo extremamente importante para um homem... Bom, antes eu só dava prazer as mulheres, as fazia gozar e me sentia vazio, pensava: Poxa e eu? Minha ereção é ruim, só dou prazer, também quero voltar a senti-lo. Foi ai que resolvi viver minhas relações só de BDSM. Olha Ingrid, não vi preconceito nenhum comigo no meio quanto a submissas de eu ser paraplégico, pelo contrario vi muita aceitação! Sabe aquele ditado a curiosidade aguça os sentidos rsrs muitas delas tem esta curiosidade...

segunda-feira, 27 de julho de 2015
Entrevista com um Podólatra
Me Chamo Escravo José, tenho 33 anos de Minas Gerais. Sou podólatra, misofilista e money slave atualmente.
1- Imagino que muitos descobrem o desejo por pés cedo, porém só depois descobrem nomes próprios para isso, como foi para você esse processo de descobrimento? Há quanto tempo você é podólatra?
R: Realmente eu descobri bem cedo, quando era criança já tinha certa admiração por pés de mulheres. Nessa época não sabia que o nome era podolatria, só fui saber bem posteriormente.
Hoje tenho 33 anos, pode-se dizer que sou podólatra desde os 12 anos de idade.
2- Quais as principais diferenças que você vê da podolatria sendo praticada no BDSM e fora dele?
R: No bdsm a podolatria assume uma forma de submissão (veneração e também admiração), já fora desse contexto a podolatria é mais uma forma de atração, admiração e beleza assim como outras partes do corpo como o bumbum por exemplo.
3- De acordo com uma fonte que consultei existem 29 vertentes na podolatria, como por exemplo, trampling, poderia nos explicar mais sobre elas e dar dicas para a realização com devidos cuidados?
R: Algumas vertentes:
Adoração leva o podólatra a obter excitação e prazer sexual no ato de ver, tocar com as mãos, lamber, cheirar, beijar ou massagear os pés de outra pessoa; muito raramente um fetichista pode ainda ter prazer quando os próprios pés são objeto dessas ações. O fetichista responde ao pé de uma maneira similar à que outros indivíduos respondem a nádegas ou seios. Mas é de notar que, no caso do podólatra, esse desejo direcionado para uma parte específica do corpo adquire o caráter pronunciado de fixação.
Footjob (Masturbação com os pés) promove prazer para o podólatra em ter seus genitais manipulados pelos pés do parceiro até o ponto de atingir o orgasmo e a ejaculação. Este é, provavelmente, o exemplo mais frequente de excitação com o uso dos pés capaz de levar à satisfação completa sem que haja penetração.
Trampling (Pisoteamento, ser pisado) é um fetiche que consiste no ato de um indivíduo ser pisado por uma ou mais pessoas, normalmente do sexo oposto, sendo mais comum uma mulher pisando num homem. O adepto deste fetiche sente-se excitado ao ser pisado por outra pessoa, descalça ou não, em várias partes do seu corpo, como peito, barriga e até mesmo cabeça e órgãos genitais. É muito comum o uso de salto-alto para a realização deste fetiche.
Crush Fetish (Crush, esmagar em inglês) soma podolatria e voyeurismo onde um ou mais indivíduos, ultilizando sapatos ou não, pisam e esmagam objetos, comida, insetos e até animais. O adepto deste fetiche, somando os sentidos de visão e audição, sente grande excitação ao presenciar e observar, normalmente alguém do sexo oposto, pisando e esmagando sob seus pés. Este fetiche em particular, também ligado a podolatria, é dos mais controversos devido a prática regularmente vitimizar um ser vivo, normalmente insetos e em alguns casos pequenos animais. Desperta também, portanto, pena e indignação. Os Estados Unidos no início do milénio, promoveram em larga escala, uma verdadeira “caça as bruxas” em sites do gênero hospedados em seu território .
Giantess, associado a podolatria consiste num fetiche imaginário, uma fantasia, o ato de submeter ou ser submetido à vontade, desejo e capricho de outrem e ser dominado (ou dominar) de maneira incondicional, já que a incompatibilidade de forças e tamanhos, torna o pequenino indefeso. Esta mesma incompatibilidade quando ligada a podolatria normalmente trás uma giganta malvada e terrível, sem nenhum escrúpulo ou medo de julgamento relacionados a integridade alheia normalmente culminando em adoração aos pés, torturas e esmagamento do próprio imaginante.
Ballbusting (Estoura, explode os testículos) Uma das várias formas do Cock and Ball Torture (Tortura do pênis e testículos) quando associado a podolatria, mulheres normalmente calçadas chutam, pisam e até pulam sobre o saco e escrotos do homem visando diversão e excitação. Cockbusting (Cock, pênis) Esta vertente transfere as práticas acima diretamente para o pênis.
E outras como Dirty feet, smelly feet etc....
Eu acredito que tendo a total conscientização de ambas as partes(no ato da realização) nãobvejo nenhum risco a saúde.
4- Pegando o gancho da pergunta anterior, qual sua pratica preferida e por quê?
R: Minha pratica preferida na podolatra é o smelly feet (ato de cheirar os pés). Amo chulés.
Pra mim que sou misofilista, o odor feminino dos pés é uma fonte de excitação completa.
5- Sou escrava e costumo beijar os pés de meu dono, pois sinto prazer em adorar ele, meu prazer não esta ligado aos pés, mas sim no ato de me submeter a ele sempre e estar aos pés dele me da esse sentimento. Tendo essas informações em mãos podemos dizer que a podolatria é mal compreendida e mal interpretada?
R: A podolatria assim como os outros fetiches sempre é vista com preconceitos e mal interpretada. Pessoas que não atração por fetiches dificilmente vão ver com bons olhos.
No seu caso a podolatria torna uma forma de submissão e adoração total pelo seu dono.
6- Para um podólatra é comum manter um relacionamento apenas por causa dos pés do companheiro (a)?
R: Creio que manter um relacionamento só por causa dos pés não, pois relacionamentos envolvem outros fatores também, porém se a companheira (o) saber usá-los bem a relação vai ser mais sólida.
7- Você já chegou ou considera possível chegar ao orgasmo com os pés?
R: Não digo só com os pés, mas sim com fantasias envolvendo eles. Creio que o orgasmo é garantido.
Sendo comigo, o cheiro dos pés femininos é o ponto fundamental.
8- É comum um podólatra recorrer a dominação profissional para realização de seu fetiche?
R: Creio que sim, é comum buscar novas fantasias podólatras. Fantasias essas que talvez o podólatra não encontre pessoas de mente aberta para realiza-las no mundo baunilha, daí recorrem à dominação profissional.
domingo, 28 de junho de 2015
Entrevista com um Money Slave
Me Chamo Escravo José, tenho 33 anos de Minas Gerais. Sou podolatra, misofilista e money slave atualmente.
1- Há quanto tempo você pratica esse fetiche e como o conheceu?
R: Eu tomei conhecimento nas redes sociais, nos perfis fetichistas que já fazia parte, mais precisamente no Orkut por volta de 2010, mas comecei a praticá-lo em meados de 2014.
2- Quais as principais dificuldades que enfrentou por ter esse prazer?
R: Dificuldade não encontrei nenhuma, pois eu já estava inserido no mundo fetichista, então já sabia bem o que procurava.
3- O que na realidade é o Money Slave?
R: Money Slave é uma situação em que um submisso ou escravo se coloca por vontade própria servindo a outra pessoa financeiramente. Além disso, um money slave pode servir, não só financeiramente, de outras formas aos desejos de seu dono (a).
4- Em minha opinião é um fetiche valido desde que o Bottom ofereça aquilo que esta ao seu alcance e o Top decida se poderá aceitar ou não o “mimo” avaliando a condição financeira do Bottom. Diante disso quais são os comportamentos que você considera inadequados no meio virtual de “adeptos” desse fetiche?
R: Normalmente são os de falsos escravos que prometem vários mimos e não cumprem. Essa é uma das maiores reclamações por parte de muitas dommes.
No meu caso, cito a grande quantidade de perfis de dominadoras fakes que estão nos grupos desse fetiche além da enorme quantidade de curiosos também.
E existem ainda outros comportamentos prejudiciais como o preconceito e antipatia de muitos.
5- Por que grande maioria das mulheres que procuram Money Slave não demonstra delicadeza? O maltratar e humilhar qualquer Money Slave faz parte do fetiche?
R: Questão relativa. Tem dommes que gostam de humilhar seus escravos já que ambos sentem prazer nisso e outras que tratam seus escravos com bastante delicadeza. Creio que vai do perfil de cada um. Mas nunca se deve confundir aquelas humilhações que existem no BDSM que são naturais com falta de educação e grosserias. Dominação é uma coisa, falta de educação é outra. O que acontece é que tem pessoas que não sabe distingui-las.
6- Money Slave está ligado à dominação profissional?
R: Não. Nenhuma prática fetichista precisa estar ligada a dominação profissional penso eu.
7- Na minha passagem por alguns grupos que participo do facebook, sempre vi que todo Money Slave é homem, existe alguma explicação para isso?
R: Realmente existe mais homens que mulheres. Creio que mimar, dar presentes etc.., são características mais de homens em querer satisfazer os desejos das mulheres, sejam elas, dominadoras, esposas ou namoradas. Claro que no fetichismo essa forma é mais voltada para a submissão e veneração do slave perante sua rainha.
Mas já vi mulheres sim que também gostam de ser Money slaves.
8- Aproveitando o gancho da pergunta anterior, percebo que se um Top do sexo masculino dissesse ser adepto de tal fetiche seria massacrado por grande maioria das pessoas sendo chamado até de Gigolô, qual sua opinião a respeito disso?
R: O problema de tal fetiche é ser mal difundido no Brasil onde acaba não sendo visto com bons olhos. E muitos o usam de má fé para se beneficiar com o fetiche alheio.
E creio eu que uma pessoa que gosta de fetiches não sai divulgando pra todo mundo seus gostos pessoais, pois assim se evita constrangimentos como é o caso de ser chamado de gigolô.
9- Muito se fala de escravos que são aqueles que vivem sobre relacionamentos TPE, e até já li que dentro da categoria de escravo existiria o escravo financeiro, porém percebo que o bottom que é Money Slave não se encaixaria nesse quesito pelo simples fato de não ceder todo seu controle ao top, no máximo o controle sobre seu dinheiro. Estou errada? O bottom adepto desse fetiche normalmente é submisso?
R: Penso que o verdadeiro Money slave é submisso. Ele só não se entrega totalmente ao top por barreiras externas (a distância é um dos exemplos). Aí é onde entra a internet para suprir um pouco essas dificuldades e muitos acabam ficando mais no virtual mesmo.
10- Que dicas você deixa para quem esta iniciando agora e descobriu a verdadeira atração por esse fetiche tanto mulheres quanto homens?
R: O passo inicial é ter um certo gosto e ou atração pelo mundo fetichista. Assim já é sua porta inicial e ter sempre a mente aberta.
Para o homem que quer ser Money slave se deve antes conhecer seus limites e acima de tudo é fundamental ser verdadeiro e honesto. Nunca prometa se você não vai dar conta de cumprir. E seja educado e submisso.
Para a mulher que busca Money slaves, seja também honesta e verdadeira. Conheça e entenda os limites de cada um e não se iluda com a prática: Money slave é um fetiche e não uma forma de sustento.
Seja participativa e converse bastante com os slaves para assim os cativarem e tê-los sempre dispostos a realizarem seus mimos. Interação é fundamental.
sexta-feira, 12 de junho de 2015
Entrevista com uma praticante de BDSM chamada Liz Satinne que é Switcher com uma predominância muito forte para seu lado TOP, por esse motivo o foco da entrevista será nesse lado.
1- Qual sua posição no BDSM, há quanto tempo é praticante e como conheceu esse universo?
R: Minha posição no BDSM é como Switcher, mas vivo apenas meu lado DOMME. Acho difícil que consiga ainda viver o SM como sub, por ter me desenvolvido muito como Dominadora. Talvez em algum tempo eu venha a assumir definitivamente a posição de DOMME.
Estou no BDSM há pouco mais de um ano, sou uma pessoa muito dedicada aos estudos, experimentações e práticas. Nos primeiros 4 meses, me dediquei exclusivamente a estudar e observar o meio. Depois de algum tempo, consegui interagir no meio com pessoas reais e essas experiências me fizeram evoluir muito.
O BDSM era para mim representações de fotos e contos, onde eu me imaginava em diversas situações. Depois de conhecer mais, percebi que muitas situações da minha vida bau estavam envoltas em coisas relacionadas ao SM, por passar a entender a amplitude que o BDSM realmente tem. Hoje posso dizer que a Liz Satinne não é um perfil ou um fake. A Liz Satinne é viva em mim.
2- Quais são as praticas mais realizadas por dommes que você considera que mais são alvos de preconceito na visão de “baunilhas” e BDSMERs?
R: Em geral, as práticas BDSM são alvo de preconceitos por parte de pessoas que não tem o entendimento sobre o que o BDSM de fato é. O desconhecimento causa estranheza e muitos associam essas práticas a algum tipo de desvio psicológico. Quando a pessoa se dispõe a conhecer, vai perceber que aquilo que pode ser considerado uma prática BDSM deve (ou pelo menos deveria) estar associado a uma série de condições de segurança que são desconhecidas por quem não entende o meio.
Esse é o entendimento que tenho sobre o preconceito por parte dos ditos "baunilhas".
Por parte dos BDSMErs, tenho percebido que práticas como humilhação, idolatria, servidão, que são realizadas muitas vezes por meninas aos seus Donos, são vistas com certo desrespeito quando realizadas pelos meninos para suas Donas. Mas entendo que isso seja uma remanescência de uma cultura machista própria do meio social baunilha.
Algo que certamente é alvo de muito preconceito são as práticas de feminização e inversão que muitas DOMMEs, inclusive eu, curtem e que caracteriza um desejo do bottom de assumir um papel muitas vezes totalmente divergente do que ele é no dia a dia. Tenho percebido certo desrespeito aos bottoms que curtem essa prática como se realiza-la os tornassem menos homem, o que discordo totalmente. Acredito que o respeito dos BDSMers às práticas de cada um deveria ser uma condição primária para poder se dizer efetivamente um praticante.
3- Que características as pessoas deveriam levar em conta na escolha do parceiro em sua opinião?
As pessoas deveriam primeiro entender-se no contexto BDSM. O que buscam; O que desejam como fetiches; Quais seus limites no BDSM e na vida baunilha; Quais seus ritmos. Tudo isso são condições pessoais que irão te dar um norte do perfil de quem se encaixaria pra você. Pra mim, por exemplo, uma relação exclusivamente virtual não atende. E isso eu descobri depois de ter dois submissos virtuais. Pra outra pessoa, a relação virtual é o "possível".
Depois de se conhecer, ter esses entendimentos pessoais (que podem mudar, lógico), seja sincero (a). Ouça, observe, procure entender o que o (a) outro (a) deseja, procura. Com o tempo, essa habilidade vai se desenvolvendo. Tente ter informações da pessoa, sua história no SM. Se for alguém iniciante, precisa de paciência e atenção redobrada. Se for alguém com tempo de SM e experiência, tente interagir, conhece-la. No mínimo, você irá aprender algo. Gosto de dizer que quem não sabe o que procura, não reconhece quando encontra.
Cada pessoa tem suas preferências quanto ao parceiro (a). Eu prezo por valores, como integridade, honestidade, muito mais que um corpo esteticamente bem desenhado, especialmente por gostar de relação D/s e não ter interesse em sessões avulsas. Mas cada um deve saber de si e assumir o que considera positivo pra si.
4- Percebo que grande maioria das mulheres que se dizem TOPs do meio BDSM costumar ser arrogantes e maltratar submissos (as) que nem lhes pertencem, qual sua opinião sobre esse tipo de postura e quais dicas deixa para as mulheres que estão entrando agora nesse universo da dominação feminina?
R: Muito interessante sua pergunta, porque no tempo que estou no BDSM ouvi de dois "submissos" que eu não teria postura de DOMME por não ser grossa com eles. Na verdade, entendo que esse comportamento vai fazer parte do jogo de cada um. Há de ter quem se sinta atraído pela DOMME educada, cuidadosa e firme; há quem queira aquela que já chegue chutando o balde. E aí caímos na discussão da resposta anterior: encontre-se no BDSM e você terá aquilo que procura.
Pra cada um, seu cada um. A DOMME que chega sendo estúpida, certamente atrairia esses dois subs que mencionei e o contrário os fez não se sentirem atraídos por mim.
Não reconheço que existam as certas ou as erradas. Entendo que há aquilo que agrada cada um e todas Nós devemos assumir a postura que escolhemos, seus ônus e bônus.
Para as DOMMEs iniciantes, recomendo muita dedicação à leitura de bons textos, que as façam refletir e questionarem-se sempre; recomendo participarem de grupos virtuais e/ou reais (a depender da disponibilidade de cada uma), interagindo para aprender em comunidade. Não se isolem especialmente nos momentos de decepção (que serão vários) e acreditem:
1. Sim, um (a) submisso(a) que atenda seus requisitos (Seus!) existe sim e com persistência e disciplina você irá encontrá-lo(a); e
2. Não, isso não será rápido, muito menos fácil.
5- Para você a orientação sexual de uma pessoa tem ligações diretas com a dominação que ela exerce sobre outra?
R: Não acredito que a orientação sexual irá imprimir uma dominação diferenciada. O que irá ser determinante será o elo que vai existir entre o(a) TOP e o(a) bottom. Isso irá definir que nível, tipo, condição de dominação é exercida.
6- Vi que costuma organizar eventos em Brasília poderia nos contar mais a respeito e falar como funcionam?
R: Poxa, esse é assunto que me deixa muito feliz em comentar. Bem, eu organizo eventos junto com uma pessoa muito querida que é a vaca profana (Rumina da Silva). Fazemos eventos abertos a quem se interessar, em local público aqui em Brasília, onde batemos papo e interagimos, mas sem exposição pública de BDSM. E temos os eventos fechados, onde irão participar pessoas mais próximas ao grupo, quando já temos um nível de confiança maior para realização das plays. Quem tiver interesse em conhecer mais, more em Brasília ou nas redondezas, ou que vem com frequência para cá, peço que me procure no inbox e poderei dar mais detalhes. Todos são bem-vindos!
7- Que tipo de relação você vive atualmente no BDSM?
R: Tenho uma relação D/s com minha cadelinha linda bel Satinne. E estou selecionando um submisso para D/s também; quero ter uma menina e um menino em minha Casa. Sou bissexual e sei que seremos todos muito felizes assim.
8- Qual sua opinião sobre dominação e submissão de alma?
R: Não acredito que essa ideia seja algo concreto. Entendo que existam potencialidades individuais diferentes que colocam as pessoas em condições para explorarem mais e melhor uma ou outra coisa. A vivência e as experiências reais é que darão a segurança para agir no meio BDSM. Não acredito em algo nato, como o termo sugere.
9- Sei que a Bel trabalha com coleiras, gostaria de falar sobre o trabalho dela?
R: Sim! O trabalho que minha bel Satinne desenvolve é muito bonito. Ela produz coleiras personalizadas, na cor, material e modelo que a pessoa desejar. Faz uma consulta aos interessados, tentando identificar o máximo de símbolos que marcam aquela relação, como a cor, ou algum logotipo (como no meu caso é a flor de lis). E no final ela entrega uma peça exclusiva, bem acabada, confortável e com um preço muito acessível. Tenho muito orgulho do trabalho que a bel desenvolve, porque ela tem um senso de responsabilidade muito grande e sabe o real valor BDSM das peças que produz. É admirável!
10- Você fez uma participação em um quadro da Jovem Pan, gostaria de falar algo sobre essa experiência e o que a motivou a participar desse quadro?
R: Poxa, menina, esse foi um dia muito especial para mim. Eu sempre ouvia o Programa Missão Impossível na Rádio Jovem Pan e achava muito legal a proposta deles. Resolvi mandar um e-mail porque queria oferecer minha coleira a bel, mas não queria algo tradicional. Pois bem, acabou que realmente ligaram pra mim e foi muito show! O Programa tem normalmente duas entradas dos participantes (quem manda o e-mail e a ligação pra quem pedimos que liguem). O Programa que gravei teve três entradas e eles não cortaram nada do que gravei sobre BDSM. Foi ótimo falar lá, dar alguns esclarecimentos. Desse Programa, eu criei uma estratégia para orientar pessoas a criarem perfis SM no Face, porque muitos baunilhas me procuraram depois dessa participação. Foi uma loucura, mas deu certo. Trabalhei um bocado rsss e acompanho alguns até hoje! O Programa foi emocionante, lindo! Não me arrependi nem um segundo! E olha que muitos praticantes foram contra! Quem quiser ouvir o Programa, pode procurar na minha TimeLine do Face, mas prepare-se para se emocionar! rssss
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